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19/03/2004 08:16

enviada por LONGBROTHER's CLUB
02/03/2004 12:56
E AEE GALERA ESSE É PHIL RAJZMAN ESSE CARA MANDA MUITO NO LONGBOARD. 
enviada por LONGBROTHER's CLUB
02/03/2004 12:35
E AEE GALERA FINALMENTE FICO PRONTO O LOGOTIPO , PARA O FUTURO CLUB DE LONGBOARD QUE EU VOU MONTAR!!!!!SE DEUS QUISER.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
27/01/2004 08:19

enviada por LONGBROTHER's CLUB
23/01/2004 12:45
ESSA É MINHA AMIGA CAROL..BEIJOS CAROL DO SEU AMIGO LONGBROTHER....AEEE CUECAS DE PLANTÃO ELA JÁ TEM NAMORADO HUAHUAHUA..PODEM TIRAR O CAVALHINHO DA CHUVA......rs
enviada por LONGBROTHER's CLUB
23/01/2004 07:58
...ESSA É MINHA AMIGA KAKA LÁ DO RIO ...KAKA TE ADORO.....BEIJOS LONGBROTHER
enviada por LONGBROTHER's CLUB
23/01/2004 07:57
AEE GALERA ESSE É MEU PRIMO DE GOIANIA..DIZ AEEE ELE ESTÁ MÓ COMÉDIA NESSA FOTO . (PAREÇE UMA FOCA )..........HUAAHUAHUAHUAHUA

enviada por LONGBROTHER's CLUB
23/01/2004 07:49
AEEE GALERA ESSAS SÃO MINHAS DUAS FILINHAS...HE HE HE

enviada por LONGBROTHER's CLUB
07/01/2004 15:04

enviada por LONGBROTHER's CLUB
06/01/2004 13:16


enviada por LONGBROTHER's CLUB
06/01/2004 10:48
FORA HAOLES
Aqui estão 14 pontos básicos para a conduta do bom visitante, basta seguir o manual.
1 - Vá sozinho. Não há nada que um local odeie mais do que ver um carro abarrotado de pranchas e cheio de surfistas famintos por ondas.
2 - Avalie bem as condições do crowd. Se a praia já estiver entulhada de surfistas é melhor e mais sensato dar meia volta e procurar outro pico.
3 - Procure ganhar a simpatia de um local antes de entrar na água. Aliviará em muito a sua barra se o virem conversando com ele.
4 - Nunca vá direto para o pico disputar ondas com os donos do mesmo.
5 - Fique nas sobras. dê algumas remadas eventuais até o pico, quando este estiver desocupado.
6 - Mesmo que você esteja numa situação crítica nunca atrapalhe um local, pois ele não irá mudar a direção de sua prancha.
7 - Nunca rabeie ninguém. A não ser que você seja um suicida em potencial.
8 - Se entrarem no rabo de sua onda, não ligue. Afinal, pra que arranjar encrenca por tão pouco?
9 - Se alguém te encarar, sorria.
10 - Nunca estacione seu carro perto de um penhasco. Vai ser defícil explicar para o seguro como o carro caiu sem ninguém dentro.
11 - Procure não chamar atenção. Quanto menos gente notar sua presença, melhor.
12 - Se estiver no Sul, diga que é do Norte. Se estiver no Norte, diga que veio do Sul. Talvez os locais se sensibilizem pelo fato de você ter viajado uma grande distância para surfar algumas ondas.
13 - Não suje a praia em nenhum momemnto ou pode ser capaz que você acabe tendo que limpar tudo com a língua.
14 - Faça um seguro de vida.
Estes são os conselhos de um local para quem quer ir surfar e não ter problemas.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
06/01/2004 10:45
MANDAMENTOS DO SURF
- Haoles tem que respeitar os locais senão o bicho pega
- Quem rabeia mais de 2 ondas tá querendo arrumar confusão.
- A onda não é de quem remou primeiro é de quem é local e nunca de body boarders.
- Intimide os Body Bostas que se meterem no seu pico.
- Body Board num tem direito a nada.
- Na verdade body boarder é o mesmo que quebra-molas!
- Surfista que polui o mar não é surfista.
- Nunca diga que dropou se não tem coragem.
- Dê uma dura nos porcos farofeiros que sujam a praia.
- No meu habitat mando eu.
- Nada melhor que um por de sol depois de uma surf session com altas ondas.
- Menos de um metro é marola...Porém esteja preparado para mar pequeno surfista bom surfa em qualquer mar.
- Surfista também lê.
- Não entre em campeonatos se não pode ganhar.
- Não vá para o Hawaii se não aguenta corais lajes e etc...
- Caldo é no mínimo 40 segundos menos que isso é mergulhinho.
- Não fuja das raízes fique velho mas não abandone o surf. Surfe de pranchão.
- Quer ficar deitado em pranchas? Fique em casa.
- Body-Board é surf de aleijado.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
06/01/2004 09:50
 

enviada por LONGBROTHER's CLUB
05/01/2004 16:20

enviada por LONGBROTHER's CLUB
30/12/2003 10:20
O mestre do estilo clássico
por Twunay
A trajetória de um garoto surdo que se interessou pelo surf aos 9 anos de idade. Motivado por sua paixão pelas ondas, superou as dificuldades físicas, as de sua época e o preconceito. Hoje com 54 anos, reconhecido por muitos surfistas como o mestre, Mudinho se tornou um exemplo de vida, amor ao esporte e fé.
Quando e como você ingressou no surf?
Eu comecei a pegar ondas quando tinha 9 anos. Naquela época não existia surf no Rio, a gente pegava de peito com tábuas de madeira, se chamava jacaré. A praia do Arpoador era o principal pico dos jacarés e foi lá que comecei a pegar ondas. Depois de algum tempo apareceram as madeirites de surf. Eu morava no Leblon, que era um point de jacaré, as ondas eram tubulares e difíceis para praticar. Levei muitos caldos e feliz, peguei muitos tubos. Nesta época encomendei uma madeirite de surf com meu desenho em uma carpintaria local, foi aí que comecei a fazer os designs de surf, em 1964 e acabei fazendo algumas melhorias nas pranchas. No início de 1966 ganhei o meu 1º longboard, trazido da França por um visinho italiano que era agente de turismo.
Quais eram os picos preferidos para a prática do surf na época em que você começou?
Arpoador, Copacabana e Leblon. Essas ondas eram completamente diferentes de hoje e mais perfeitas. Pouco depois descobrimos Guaratiba. Tinha ondas perfeitas como naquele filme The Endless Summer, mas eram para a esquerda.
Quais eram seus amigos no início?
Xando, Edu e Paulo Domenech, o Estrela era meu colega de judô, Tito Rosemberg, que na época morava no Leblon e Mário Prosperi, filho daquele agente de turismo italiano que me trouxe o long francês.
Quando você começou a shapear?
Quando o Penho fez um shaper do meu modelo mini V- Bottom fiquei observando ele trabalhar, logo em seguida acabei fazendo o meu primeiro shape para o Petit, que depois ficou famoso como o menino do Rio. Foi em 1968.
Como eram as pranchas?
Eram os longboards de fibra descascados. Aproveitávamos para shapear novamente os blocos de espuma (foam) importados, para fazer mini-pranchas. Foi uma revolução no surf para novas manobras. Elas eram mais finas, estreitas e menores, também aproveitávamos as quilhas para fazer quilhas menores e apropriadas.
Dessa época, qual foi o momento mais marcante?
Tive vários momentos marcantes na minha juventude, assim vou narrar meus dois momentos inesquecíveis: Uma vez, em 1967 teve uma forte ressaca no mar, as ondas quebravam de 4 metros e rolavam bem atrás do pontal do Arpoador. Foi super sufocante para entrar na arrebentação e ficar bem longe da praia, como se estivesse em alto mar. Foi fora do comum. Peguei ondas grandes com uma 94 noserider Surfboard House. Nesse dia só entraram na água alguns longboarders corajosos como Geraldo, Persegue, Armando Serra, Penho, João (atual marido da Fernanda Guerra, primeira mulher surfista brasileira) e outros que não me lembro o nome. O meu outro momento marcante foi quando ganhei o campeonato Extra Magno 1967 na praia do Arpoador. Com experiência de um ano de longboard. Fui homenageado como revelação do ano.
Quais as dificuldades que você enfrentou?
Como surdo, a maior dificuldade foi a comunicação com os surfistas. Com o tempo superei isso. Alguns me tratavam como uma pessoa normal, me facilitando na leitura labial, mas na maioria das vezes eu me senti descriminado por ser surdo. As pessoas pensam que surdo é retardado e isso me prejudicou. Perdia os convites para disputar nos campeonatos internacionais, só consegui disputar alguns eventos por esforço pessoal e com a ajuda dos amigos honestos.
Quando chegou o reconhecimento da galera com suas pranchas?
Em 1968 quando fiz a prancha para o Petit. Logo fui procurado por pelos surfistas Rico, Wanderbill e outros. Acabei abrindo minha primeira oficina de pranchas em 1973 em Saquarema.
Em quantos países você já surfou?
Foram 9 países: Hawaii, Califórnia (USA), Peru, Equador, Argentina, Uruguai, Austrália, França e Ilhas Reunião.
Qual deles você gostou mais?
Austrália. País dos point breaks, das ondas longas e dos melhores surfistas do mundo.
Quem são seus ídolos?
Em 4 tempos: Tempo de longboards, Nat Young. Anos 80, Mark Richards. Anos 90, Tom Curren e nos últimos anos, Kelly Slater. Em todo tempo, Jesus Cristo, meu maior ídolo.
Para você, qual é o significado do surf?
É a essência da vida saudável, contato com a natureza e principalmente o mar. Eu considero o surf o esporte mais completo para a saúde física e mental.
Qual sua opinião sobre as novas gerações de longboarders?
A evolução da nova geração é boa, muitas manobras radicais, mas falta a combinação da velocidade e do estilo clássico. Naquela época, os longboarders andavam mais rápidos e manobravam com um estilo bonito.
O que você gostaria de dizer sobre sua vida no surf?
Fui bem criado como surfista, com um conhecimento amplo nas praias do Brasil e algumas no exterior. Sempre procurei evoluir as técnicas de surfar e de shapear. Gostaria de alcançar a genialidade no meio das ondas, mesmo enfrentando a dificuldade da comunicação.
Qual é a sua opinião sobre o estilo clássico?
É a bela coreografia da expressão surfística, mas não é só em cima da prancha, é a combinação da linha de surf com as posições do corpo quando está na velocidade da onda. Dropando, virando, batendo, voltando, entubando, o andar para o bico, finalizando a onda e remando. O estilo clássico não é malabarismo, nem exagero como as posições bananeira, virando de costas, trocando a base e outras do tipo. O estilo clássico é surrealismo.
O que você curte fazer hoje?
Eu curto ficar com minha família, esposa e dois filhos. Sou pastor cristão e dirijo uma igreja para surdos. Continuo surfando, shapeando pranchas de surf, longboards e funboards. Quero ensinar os surdos nas ondas.
Qual é o seu recado para os leitores da longboard?
Continuem surfando até aprimorar seu surf. Seja humilde, amoroso, pacífico com os outros surfistas, porque a união faz a força. Siga sempre a Jesus Cristo que é o único caminho para a vida eterna. Deus te abençoe e abraços para todos, AMÉM.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
30/12/2003 10:10
Surf na veia
por Paulo Kid
A família Mansurf é uma das mais tradicionais e pioneiras do surf brasileiro. Vocês vão conhecer um pouco da história de Elias, irmão de Wady e Fuad Mansurf
Paulo Kid: Conte um pouco como o surf apareceu em sua vida.
Elias Mansur: Eu tinha 13 anos, era mês de março, verão de 67, estudava no colégio Tarquínio Silva em Santos, aula de matemática rolando, quando meu amigo Orlando Mariani começou falar sobre o surf, eu não entendia nada do que ele falava, nuca tinha visto nem ouvido falar sobre o surf, fiquei curioso e perguntei a ele, quando poderia ver uma prancha e surfar nas ondas, ele foi rápido e disse: Agora, então procurei ser mais veloz e falei: Fui! Pegamos o bonde. É meu brother, naquele tempo tinha bonde nas ruas. Saímos da Vila Mathias em direção a praia onde morávamos. Trocamos o uniforme do colégio por bermudas e seguimos para a praia. Ao chegar lá, pude ver pela primeira vez o que era surfar (Alguém que pudesse flutuar e andar em cima do mar), parecia mágica, fiquei hipnotizado pelos movimentos, pelas ondas servindo suas energias para um prazer que não se descreve. Então comecei a surfar e graças à Deus não parei mais. 
K: Fale um pouco sobre sua família e seus irmãos.
E: Meus pais, eu e meus irmãos saímos da Colômbia em meados de 1958, viajamos pela Venezuela, Madri e Ilhas Canárias onde moramos por oito meses, mas em 1959 decidimos vir para o Brasil e desembarcamos do navio no porto de Santos. Meus pais tinham o espírito de aventura, de viajar e viverem em lugares diferentes, e este aprendizado posso dizer, meus pais foram meus mestres, com meus irmão Wady, Fuad e Antonio somos uma família.
K: Como era o surf naquela época?
E: Na época em que comecei, as pranchas eram de madeira, em forma de caixa, a bolina (quilha), eram parafusadas, a parafina era velas religiosas que achávamos pela praia e leash, nem pensar. Quando vi uma prancha de fibra pela primeira vez, foi a maior loucura. Ela era solta, muito rápida e as manobra mais fáceis de realizar. O surf não era esporte, não tinha regras, e era isso que eu queria, me divertir, sentir a prancha e a onda, contar aos amigos e ouvir histórias de um dia de surf. Naquela época o surf era uma coisa nova, era o mundo que eu e meus irmãos escolhemos para viver.
K: Qual foi o melhor momento no surf.
E: O melhor momento no surf é o próximo dia de surf, com ondas bem formadas, de preferência água quente, em uma praia de água limpa e pouca gente.
K: Quais eram seus ídolos?
E: No Brasil: Orlando Mariani, Gilberto Israel, Eduardo Amaral, Nando, Pardal, Rico, Mudinho, Ronaldo Mesquita. No mapa: Robert August, David Nuuhiwa, Mickey Dora, Greg Noll, Jose Angel, Mike Doyle, Nat Young, Corky Carrol, Wayne Linch, Dale Dobson, Jeff Hackmam e Barry Kanaia Puni.
K: Fale um pouco da Black Trunk?
E: No final de 80, Wady passou um tempo no Hawaii, fez amizade com nativos da ilha, morou com eles nas montanhas, pegava ondas em praias e lugares que outros não podiam. Esses nativos usavam bermudas na cor preta, os amigos de outros países tinham a honra de usarem essas mesmas bermudas. Quando ele retornou ao Brasil, Wady nos contou sobre esse costume, nos falou que Black Trunk é amigo de quem é amigo, é honrado em suas idéias e é pegar onda a vida toda. Então eu e meus irmãos acreditamos que nosso modo de pensar sobre a vida é similar aos dos havaianos, daí optamos sermos partes da mesma família, Black Trunk.
K: O que o surf é para você?
E: O surf para mim é o meu modo de viver, é o meu modo de conhecer a natureza, de conhecer pessoas, lugares, ondas, de viver bem com a minha mulher e minhas filhas, com meus amigos e irmãos. Através do surf, fabriquei parafina, leash, bermudas, camisetas e pranchas durante 30 anos. O surf é uma palavra mágica que quer dizer Pura Vida.
K: Deixe uma mensagem para os leitores da Longboard.com.br:
E: Não use drogas, não às armas, não se ache o mais esperto, o mais inteligente, respeite o ser humano. Viva em paz e harmonia pegando ondas.
K: Conte um episódio engraçado ou estranho.
E: Prefiro fazer um agradecimento aos meus pais, por tudo que fizeram, a meu amigo Orlando Mariani (in memorian) que me apresentou o surf como opção de vida, e todos os amigos que surfam e vivem trabalhando pelo surf. Aloha.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
08/12/2003 10:48
AEE GALERA PRA QUEM GOSTA DE MUSICA HAWAIIANA , ENTRE NESSE LINK... ALTAS MUSICAS PRA VC VIAJAR. huahuahua
http://www.longboard.com.br/radio.asp
enviada por LONGBROTHER's CLUB
05/12/2003 15:41
AEEE GALERA EU ESTOU POSTANDO MAIS FOTOS.


enviada por LONGBROTHER's CLUB
05/12/2003 12:19
VACANDO COM SEGURANÇA
Quando se está aprendendo a surfar, é fundamental saber cair da prancha e como se portar debaixo da água.
Surfista iniciante tem que enfrentar muitas dificuldades até atingir um nível mínimo de conhecimento para praticar o esporte tranqüilamente.Para amenizar os problemas desta fase de aprendizagem preste atenção nos seguintes toques:
Analise o mar calmamente antes de enfrentá-lo. Se você achar que não está preparado não se arrisque. Sua hora ainda vai chegar.
Ao cair procure proteger a cabeça usando a mão e os braços. Pancadas nessa região do corpo são extremamente perigosas.
Respire antes de ser sugado para o fundo e mantenha a calma. Os caldos são mais apavorantes do que extensos.
Relaxe o corpo, para que o seu oxigênio não seja desperdiçado de forma desnecessária. Os caldos costumam ser mais apavorantes do que longos.
Durante a queda tente ficar o mais longe da prancha possível. Ela é responsável por grande parte dos acidentes.
Quando estiver retornando à superfície lembre-se de proteger a cabeça novamente.
Sempre mantenha a calma.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
05/12/2003 12:14
CONSERTE SUA PRANCHA
O REPARO TRADICIONAL
É o conserto de melhor acabamento, feito nas oficinas de prancha. O material necessário é: resina cristal (A), solução de parafina (B), monômero de estireno (C), catalisador (D), lixa de ferro nº 80 e lixa dágua nº 320 (E), tecido de fibra de vidro de quatro onças (F) e fita crepe (G).
1 - Com a lixa de ferro lixe o local do reparo.
2 - Cole a fita crepe ao redor do local para evitar que a resina escorra.
3 - Prepare a resina. Para cada 100 gramas misture: 10 ml de monômero de estireno, 5 ml de solução de parafina e 10 gotas de catalisador.
4 - Corte duas tiras de tecido um pouco maiores que a parte danificada. Aplique a resina no local e coloque uma das tiras. Passe mais resina por cima e cole a outra tira de tecido, sobreposta. Aplique mais resina e espere secar por pelo menos duas horas.
5 - Retire a fita e iguale a superfície com a lixa de ferro. Dê o acabamento final com a lixa dágua.
VAPT-VUPT
Produto que une todos os materiais de reparo em um só, o Sun Cure seca muito rápido, é de fácil aplicação e ideal para viagens. O kit traz também três lixas, plástico modelador e palitos para o manuseio.

1 - Lixe a área do conserto.
2 - Aplique, na sombra, o produto com o palito.
3 - Modele o local com o plástico e deixe secar por cinco minutos. (Se o tempo estiver nublado deixe vinte minutos)
4 - Retire o plástico e de o acabamento final com a lixa mais fina.
QUEBRA-GALHO
O silver tape é a forma mais rápida de vedar um pedaço trincado ou quebrado da prancha. Deve ser usado somente provisoriamente até que se possa fazer o remendo.
1 - Corte um pedaço de fita um pouco maior que a área afetada.
2 - Fixe-a no local. Em seguida, esquente-a com um isqueiro para uma melhor aderência.
IMPORTANTE
Antes de qualquer reparo limpe o local e verifique se não existe água infiltrada em sua prancha. Se tiver, deixe-a no sol até que toda a água seque.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
05/12/2003 12:10
BATISMO HAVAIANO
Todo surfista que se preze já foi ou sonha em ir para o Hawaii. No lado norte da ilha de Oahu estão algumas das condições mais radicais para a prática do esporte no planeta. As ondas podem ficar gigantes, são fortes como em nenhum outro lugar do mundo e o crowd é insuportável nos picos mais famosos. Por isso a primeira viagem ao Hawaii é um batismo e existem algumas regras que farão você se dar bem.

1 Esteja em sua melhor forma física. No North Shore você enfrentará as condições mais exigentes de sua vida. Nadar no mar é o exercício mais adequado.
2 Leve pranchas de acordo com sua habilidade. De nada adianta levar uma gunzeira 10 pés se você não vai encarar Waimea com 20 pés.
3 Antes de entrar na água, analise o mar com calma. Verifique a direção do vento e da correnteza. Localize os locais mais seguros para entrar e sair da água. Confira o tamanho das ondas e veja se está realmente disposto a encarar.
4 Fique atento para as mudanças nas condições para o surf: o Hawaii é o lugar onde as ondas aumentam mais rapidamente no planeta. Acompanhe as previsões pelo jornal, televisão e internet, ou ligue para o telefone 9736114, com informações da famosa bóia que mede os swells.
5 Na dúvida, escolha uma prancha um pouco maior. Pode ser a diferença em fazer ou não aquele drop radical, além da garantia de um número maior de ondas surfadas.
6 Mesmo em mares crowd, respeite as leis de prioridade do surf. No caso de confusão, se você estiver errado peça desculpas. Se estiver certo reme para longe do encrenqueiro, sem lhe dar ouvidos.
7 - North Shore tem mais de 30 picos diferentes. Não deixe de cair em Sunset e Pipeline, mas procure também um pico para surfar sem crowd.
8 Use sempre cordinhas novas ou em ótimo estado de conservação. A cordinha deve ter um comprimento mínimo do tamanho do mar que você vai surfar.
9 Se a cordinha arrebentar ou você prender a prancha, não se desespere. Nade sempre pela espuma das ondas em direção à praia, nunca pelo canal.
10 Em caso de dúvida converse com algum surfista experiente. Se você não falar inglês, procure um brasileiro; você encontrará vários surfando todos os dias.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
04/12/2003 08:36
AEE GALERA AI VAI ALGUNS LINKS DE SITE DE LONGBOARD BEM LOKO.
www.longboard.com.br
www.longboarder.com.br
enviada por LONGBROTHER's CLUB
02/12/2003 08:36
AEEE GALERA AI VAI ALGUMAS FOTOS SHOW DE BOLA.............. LONGBOARD NA VEIA 
enviada por LONGBROTHER's CLUB
02/12/2003 08:21
Cuidados com a sua prancha...
Saiba quais os cuidados necessários que você precisa ter com sua prancha
Para conservar sua prancha "zerada":
1 - Sempre que voltar da praia, lave sua prancha com água doce.
2 Use protetor de rabeta para evitar possíveis acidentes.
3 Use biqueira para proteger o bico de sua prancha, você e os outros surfistas.
4 - Tome bastante cuidado ao pôr sua prancha em pé no chão. Cada pequena trincada pode representar um buraco considerável no futuro.
5 - Coloque sua prancha em uma capa sempre que for viajar ou ir até a praia surfar.
6 Use quilhas de encaixe para maior segurança nas viagens.
7 Sempre cheque seu rack mais uma vez antes de sair com o carro, para ver se sua prancha está bem presa.
8 Encha sua capa com adesivos com a inscrição " frágil" quando for viajar de avião.
9 Preste atenção ao surfar para evitar choques e acidentes com os outros surfistas.
10 Conserte os quebrados da prancha o mais rápido possível.
Cinco dicas do que nunca fazer:
1 Deixar sua prancha exposta ao sol
2 Emprestar sua prancha. Já dizia o velho ditado: mulher, carro e prancha não se emprestam nem para o melhor amigo.
3 Deixar que sua empregada manuseie sua prancha ao limpar a casa. O risco de acidentes nesse caso é enorme.
4 Continuar surfando com sua prancha quebrada. A água infiltrará rapidamente, deixando a prancha pesada e prejudicando sua performance.
5 - Surfar aquela morra oca, medonha e fechada.
Respeito é bom e conserva a prancha.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
02/12/2003 08:00
QUILHAS PARA SURF CLÁSSICO
QUILHAS PARA SURF PROGRESSIVO
enviada por LONGBROTHER's CLUB
01/12/2003 14:49
MEU BROTHER JULIO E EU NA PRAIA DE CIBRATEL , LITORAL SUL DE SÃO PAULO. Nesse dia estava foda o MAR estava muito gelado...rs


enviada por LONGBROTHER's CLUB
01/12/2003 13:39
CONHECENDO AS ONDAS
Tudo que você faz sobre a prancha é ligado ao tipo de onda em que está surfando. Pessoas que não surfam constantemente dificilmente entendem que as ondas podem variar em tamanho e forma, de uma praia para outra em um mesmo dia. Normalmente isto ocorre, pois as pessoas não entendem as variáveis envolvidas - vento e direção da ondulação (swell), marés, formato do fundo. São tantas variáveis que saber aonde ir na hora certa se torna tão difícil quanto ficar em pé na prancha de surf. Um estudo do tempo em relação as condições do mar pode ser útil, principalmente se lhe proporcionar o conhecimento de estar no local certo e na hora certa para uma sessão de surf.
TIPOS DE ONDAS
ONDAS CAVADAS - Imprópria para iniciantes. Estas são as ondas mais procuradas por surfistas experientes por proporcionar o "tubo" manobra em que o surfista fica dentro da onda e também por serem ondas mais rápidas. 
ONDAS CHEIAS / GORDAS - Estas são ondas que quebram devagar e com pouca força. São boas para iniciantes por desenvolverem equilíbrio e estabilidade na hora da subida e de viradas sobre a prancha.
TIPOS DE FUNDO / PRAIA
O formação do fundo da praia tem grande influência em relação a perfeição, distância e direção da onda. Veja abaixo os tipos e suas descrições:
FUNDO DE AREIA (BEACH BREAK) - É o tipo mais comum. São bancos de areia que se modificam constantemente devido a ação dos ventos e ondulações (swells). O fundo de areia é sem dúvida nenhuma o melhor lugar para os iniciantes.
FUNDO DE CORAL / PEDRA (REEF/ROCK) - Ondas rápidas que quebram sempre no mesmo lugar. Uma queda em um desses fundos pode resultar em acidentes sérios. Apesar desses fatores, esses tipos podem proporcionar sessões de surf inesquecíveis.
POINT BREAK - Perigoso para iniciantes, e extraordinário para surfistas experientes. A maioria dos points são compostos por pedras arredondadas, decorrente de ano e anos sob ação das ondas. As pedras se localizam na margem da costa e proporcionam ondas longas e perfeitas que quebram sempre no mesmo lugar. As ondas normalmente quebram perto das pedras, por isso tome cuidado.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
27/11/2003 08:52
TIPOS DE PRANCHA
Longboard - São pranchas grandes, a partir de 9". Até a década de 70, eram as mais usadas. Atualmente, são as preferidas dos surfistas das antigas e de alguns iniciantes.
Gun - Apesar do tamanho, esse modelo havaiano tem menos área de contato com a água do que o longboard. Tem bastante mobilidade e é bastante manobrável. Indicada para ondas grandes.
Funboard - Derivam do longboard, mas são menores, em torno de 7". É a prancha preferida dos iniciantes e também uma boa opção para dias em que o mar está muito crowd porque você consegue remar e entrar na onda antes de quem está usando uma prancha pequena.
Evolution - Parece com a fun na largura e na espessura, mas tem o formato da pranchinha normal, com bico mais pontudo. É uma prancha mais solta, que possibilita mais manobras do que o longboard e o funboard.
Performance/Minimodels/ Pranchinhas - São as preferidas dos surfistas tops e de amadores que gostam de velocidade e muitas manobras. Mais usadas para ondas pequenas.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
27/11/2003 08:46
HISTÓRIA DO SURF
Conta-se que o rei Tahito, conhecido por Moiheka foi o primeiro polinésio surfista que chegou ao Havaii. Porém, em 1778 quando o navegador James Cook descobriu o arquipélago, ele afirmou que já existiam surfistas nas ilhas.
Cook, considerou o surf uma atividade relaxante, mas diversos missionários protestantes que habitavam o local não tiveram a mesma opinião e durante todo o século 18 desestimularam a prática do esporte.
Até o início do século 20 o esporte permaneceu por baixo até conhecer o nome do "pai do Surf " Duke Paoa Kahanamoku, que manteve o surf verdadeiramente vivo graças a sua simples e pura persistência pelo esporte dos reis.
Até então, o mundo não tinha idéia do que era o Hawaii, muito menos o surf, entretanto nas Olimpíadas de 1912, em Estocolmo, Duke Kahanamoku ganhou uma medalha de ouro na natação quebrando o recorde mundial nos 100 m estilo livre e uma de prata no revezamento 4 x 200.
Duke fez o mundo saber que ele era um surfista da praia de Waikiki, situada no arquipélago havaiano e que o surf era o ato de cavalgar as ondas do mar. Esta foi provavelmente a primeira vez que o mundo ouviu falar do Havaii e do surf.
FOTO DO DUKE
Oito anos mais tarde, nas Olimpíadas de Antuérpia, Duke já aos 30 anos, conquistou medalhas de ouro e graças a esse feito, provou ser o nadador mais rápido do mundo. Somente nas Olimpíadas de Paris é que Duke perdeu sua colocação para um nadador bem mais jovem do que ele, chamado Johnny Weismuller. Este, anos mais tarde, tornou-se um conhecido ator de Hollywood, interpretando em vários filmes o papel de Tarzan. Duke filosoficamente comentou: "Pelo menos, foi necessário o Rei das Selvas para me vencer". Durante o período ativo a fama de Duke crescia às custas de suas vitórias olimpícas. Ele sabiamente tirava proveito de tal fama objetivando beneficiar as coisas que amava: o solo havaiano, seu povo e o surf.
É dito que Duke amava o surf mais do que a natação e que era o melhor surfista da época. Após sua vitória em Estocolmo ele introduziu o surf na América em 1913 e na Austrália em 1915, sendo que, graças à sua posição de campeão olímpico, seus esforços não foram em vão. Tais esforços vingaram e floresceram, formando o embasamento do que seria o surf na Era Moderna. Ele morreu em 1986, aos 94 anos, mas até hoje todos os surfistas lembram daquele que foi e sempre será lembrado como o
PAI DO SURF MODERNO!
Voltando Um Pouco Na História - Como Surgiu o Hang Loose!
Dizem que um antigo rei do Havaii tinha o costume de se arriscar nas altas ondas locais. Para saudar as pessoas que o assistiam na praia, ele acenava para os nativos. O que fazia a diferença é que ele tinha apenas os dedos polegar e o mínimo em uma das mãos e era com essa mão que ele acenava para a galera. A partir daí os surfistas do mundo adotaram o gesto da realeza como uma forma de cumprimento da tribo do surf.
enviada por LONGBROTHER's CLUB
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